16 maio 2026
[INDICAÇÃO] Refúgio em Black Hills | @norarobertsauthor | @editorarecord | @bertrandbrasil | Tradução: Marta Fagundes | Páginas: 504 | Ano: 2024
Boa noite, amorecos! Hoje indico a obra da Nora Roberts “Refúgio em Black Hills”, que é mais do que uma história de amor com pitadas de mistério: é sobre coragem, raízes, e a escolha de lutar pelo que importa, mesmo quando o medo bate à porta.
Entre feridas do passado e ameaças que rondam o presente, Lil e Cooper precisam mais do que coragem para sobreviver: precisam um do outro.
Refúgio em Black Hills é um suspense romântico de tirar o fôlego, daqueles que você não consegue largar até a última página.
Já leu esse refúgio selvagem da Nora Roberts?Super indico!
[DICA DE LEITURA] Manias de família | @indigo_hoje | @cirandanaescola | @editoracirandacultural | Ilustrador: @venescaitano | Páginas: 80 | Ano: 2021 | Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Você acha sua família cheia de manias? Então, você precisa conhecer a família mais excêntrica da literatura brasileira: a família Khomuassim! Em “Manias de Família”, Índigo nos apresenta personagens com hábitos tão peculiares quanto hilários e, ao mesmo tempo, incrivelmente humanos. Há quem tenha mania de organizar as roupas no armário em dégradé de cores, falar com o espelho enquanto escova os dentes usando a escova como microfone, acordar no meio da madrugada para fazer lanches-monstro acompanhados de uma caneca de café solúvel e depois voltar a dormir, entre muitas outras manias.
Com muito humor e afeto, o livro nos lembra que, no fundo, toda família é um pouco maluca e é exatamente isso que as torna tão especiais. Não é mesmo?
Uma leitura leve, engraçada e cheia de amor pelas pequenas esquisitices do dia a dia.
As ilustrações de Caitano estão ótimas e complementam a história com louvor.
Já leu? Me conta qual é a mania mais curiosa da sua família?
[RESENHA] Perseguindo o Bicho-Papão | @richard_chizmar | @edvalentina | Páginas: 336 | Ano: 2024 | Colaboradora: @sitiocomlivros | Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Em “Perseguindo o Bicho-Papão”, Richard Chizmar transforma uma premissa inquietante em uma experiência de leitura tão real quanto arrepiante. Misturando memórias pessoais com elementos de ficção e true crime, o autor entrega uma obra poderosa, na qual os limites entre o real e o imaginário são perigosamente tênues.
A história se passa no verão sufocante de 1988, em uma pequena cidade de Maryland que vê sua tranquilidade ser dilacerada com o surgimento de corpos mut1lad0s de adolescentes. O terror toma conta das ruas, e as investigações apontam para um serial killer cruel e meticuloso. Mas há algo mais: um sussurro entre os moradores, um medo antigo, quase infantil, levanta a hipótese de que o assassino pode não ser completamente humano. O “Bicho-Papão” ganhou vida? Socorro, Deus!
É nesse cenário sombrio que Chizmar, recém-formado e prestes a se casar, retorna à cidade. O toque de recolher, os grupos de vigilância e o clima sufocante de desconfiança o envolvem imediatamente. A partir daí, ele mergulha em uma investigação pessoal que, ao mesmo tempo, é um registro jornalístico, uma reflexão sobre o mal e uma jornada íntima de enfrentamento dos próprios medos.
O grande mérito da obra está em sua forma, pois ao combinar ficção e realidade com maestria, Chizmar nos entrega uma narrativa fluida, envolvente e absolutamente perturbadora.
O livro é mais do que um thriller de serial killer. Ele é uma verdadeira meditação sobre todos os tipos de medo. Uma leitura que arrepia, angustia e fascina.
Ideal para quem gosta de thrillers com camadas psicológicas profundas e uma pitada sobrenatural, sem abrir mão da autenticidade que só o true crime pode oferecer. Super indico!
[INDICAÇÃO] O estrangeiro | Albert Camus & Ryota Kurumado | @editorarecord | Tradução: Ivone Benedetti | Páginas: 320 | Ano: 2024 | Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Boa tarde, amores! Hoje indico o mangá “ O estrangeiro” que é uma verdadeira investigação da natureza humana.
Sinopse:
O estrangeiro narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas deste século.
Escrito em 1957, O estrangeiro é o mais pop(ular) dos livros do francês nascido na Argélia Albert Camus. Tão pop que rendeu até música do grupo de rock inglês The Cure (“Killing an Arab”). Tão popular porque, à parte ser a seca narrativa das desventuras de Mersault, é também a narrativa das desventuras do homem do século XX. Uma espécie de autobiografia de todo mundo. Seu drama pode ser lido como o drama de qualquer homem do século, o homem que se depara com o absurdo, ponto central do pensamento camusiano.
Quando Mersault descobre que absurdo e liberdade são faces da mesma moeda e que uma implica na outra, afinal encontra a paz. É a história dessa compreensão, desse encontro, que Camus nos propõe nesta obra que se apresenta como uma espécie um tanto perversa de livro de autoajuda.
A adaptação para mangá de Ryota Kurumado reinventa um dos livros mais importantes e influentes do século XX, perpassando toda a obra do autor franco-argelino com primor gráfico.
—🧡—
O mangá é sensível, delicado e inesquecível. Leiam!
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