22 abril 2026

[INDICAÇÃO DE LEITURA]Contos para ler em voz alta | @ritmopoesiaeletras | @editorapatua | Páginas: 88 | Ano: 2025



Boa noite, leitoras e leitores! A minha indicação de leitura hoje é a obra “Contos para ler em voz alta”, do escritor Rafael Nagime.

Obrigada @lcagcomunicacao pelo envio, pois foi uma leitura bem interessante.

Sinopse:

Contos para ler em voz alta é uma coletânea de textos curtos. A ideia do título surgiu das lembranças de me deitar no colo da minha avó Hilda para escutar histórias supostamente reais que mais pareciam contos tirados de algum livro. Ao mesmo tempo que o título homenageia a oralidade dos tradicionais contadores de histórias, também traz um olhar para o futuro que já se apresenta com os contadores de histórias das plataformas virtuais.Os textos transitam por temas variados, como a morte, o suicídio, as relações familiares, os caminhos inesperados que a vida pode tomar e as complexidades e consequências das escolhas diárias. A reflexão sobre a vida é o que une as narrativas aqui apresentadas, tecidas por temas dos mais sensíveis e tensos aos mais leves e descontraídos. No fim, são também contos para pensar em silêncio.

❤️❤️—💜💜

Os contos são excepcionais e nos tocam em lugares profundos, despertando as mais diversas reflexões.

Ao fechar o livro, é quase palpável o ecoar das palavras em nossa mente.

Leiam!

17 abril 2026

[RESENHA] O peso da inexistência | @ameliagreier | @podletras | Assessoria: @lcagcomunicacao | Páginas: 170 | Ano: 2024 | Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️



Boa tarde, povo amado! Hoje a minha resenha é de um livro pequeno em número de páginas, mas potente por toda a construção da história.

A personagem não possui nome na narrativa, representando as muitas mulheres invisíveis na sociedade e dentro da própria família. Ela poderia ser uma amiga, um familiar, eu ou até mesmo você. Não é nada fácil carregar nas costas o peso da vida dos outros e anular a própria existência.

“Não há mais tempo para vaidades! O padrão de vida anterior se foi, não somos mais nada!”

A escritora Amélia Greier foi cirúrgica na construção da protagonista. Acompanhamos seus anseios, sonhos, desespero e a luta diária de uma forma dura, porém com uma poesia e um zelo admiráveis ao tratar de temas delicados. Greier está de parabéns pela grandeza de sua escrita.

A mulher sem nome cuida com carinho da casa, dos três filhos pequenos e do esposo engenheiro que está desempregado. Ao ver a precariedade financeira da família e o abalo emocional de todos, ela questiona sua essência, o peso de sua jornada e o seu amanhã. Teria ela um futuro além dos papéis de mãe, esposa e dona de casa? Renunciar-se como pessoa e mulher seria, de fato, uma prova de amor?

Para ajudar nas despesas, a “inominada” começa a trabalhar em atividades informais como doceira, passeadora de cães e operadora de caixa. Ela não se sente autossuficiente por não possuir títulos ou experiência curricular, já que o trabalho doméstico que desempenha é invisível para o mercado de trabalho. Esta é, infelizmente, a realidade de muitas mulheres pelo mundo!

Além de todos os dilemas internos, ela ainda sofre humilhações por parte da “família Alquezar”. Que povo sem escrúpulos!

“Sem lágrimas, enterrou a doceira, a professora, a mãe provedora e alguns outros futuros em um pretérito perfeito.”

A obra é a própria resistência das mulheres em busca de sobrevivência e identidade; um grito pelo fim da invisibilidade feminina. O enredo finaliza de forma única, deixando o coração repleto de amor e esperança.

Se eu pudesse deixar um recado para essa mulher, diria: você pode não ter títulos, doutorado ou um currículo sênior, mas você possui o que há de melhor no ser humano: o caráter!

02 abril 2026

Dia Mundial de Conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA)



Hoje, 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), data instituída pela ONU.

O TEA não é uma doença, mas uma forma diferente de ver e sentir o mundo. Para marcar este mês de conscientização, recomendamos uma leitura transformadora: “Passarinha”, de Kathryn Erskine, publicado pela Editora Valentina.

A história de Caitlin nos mostra que, mesmo quando o mundo parece confuso e sem cores, a amizade, o amor e o respeito podem criar laços poderosos. A obra não trata apenas do autismo; fala sobre como cada um de nós é uma peça única e fundamental no quebra-cabeça da vida.

Vamos usar este mês para abrir nossos corações e mentes para a inclusão!

Deslize para o lado e confira os detalhes!