Em “Pinóquio” vamos acompanhar o boneco de madeira, que ganha vida e é super famoso. Há diversas adaptações do clássico e a edição da Principis está incrível. Telma Guimarães adaptou o livro com maestria e trouxe modernidade para o clássico, dinamismo e o mesmo encanto da narrativa original.
“Os meninos que desobedecem aos pais terão uma vida de aflições e arrependimento.”
Pinóquio é um personagem que se coloca em muitas aventuras inusitadas, mas algumas deixam seu pai Gepeto em situações difíceis. O leitor vai conseguir aventurar-se com nosso protagonista e também notamos que o boneco de madeira têm muitas semelhanças com os humanos, pois mostra como o ser humano é falho. Aprendemos muitas lições com a história. Interessante, né?
No início, o boneco Pinóquio, tira o seu pai do sério, assim, como o leitor, pois ele age de forma egoísta, mas acaba vendo o quão errado está. Ele reconhece que Gepeto é importante e necessário para a sua vida.
“— Muito bem, Pinóquio! Você tem um bom coração e cuidou de seu pai com amor e carinho. Eu perdoo os seus erros do passado. Tente melhorar e será sempre feliz!”
Este clássico possui uma linguagem super acessível, fluida e fora o fato de ter várias ilustrações belíssimas que complementam a leitura.
Carlo Collodi, pseudônimo de Carlo Lorenzini nasceu em Florença, Itália, em 1826. Foi jornalista, comediante e escritor italiano, famoso por criar o boneco de madeira.
A obra super vale a pena de ser lida, pois tem lições importantes e temas, como: amor, redenção, mentira, sinceridade, amizade e autoconhecimento. Super indicada!
Vocês já leram alguma adaptação da obra? Me conta nos comentários!

